quinta-feira, 20 de setembro de 2012



COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE 54ª Legislatura - 2ª Sessão Legislativa Ordinária
PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA
AUDIÊNCIA PÚBLICA
DIA 17/10/2012
LOCAL: Anexo II, Plenário 09
HORÁRIO: 10h

A -
Audiência Pública:

Tema:"Debate sobre o fim do exame da Ordem dos Advogados do Brasil".

(Requerimento 339/2012, do Deputado Eduardo Cunha)

Convidado:
  • AMARO HENRIQUE PESSOA LINS - Secretário de Educação Superior do Ministério da Educação.




  • terça-feira, 18 de setembro de 2012

    No Brasil, ninguém sera considerado culpado até o transito em julgado. Sendo culpado a pena é intransferível. O que a mídia pretende fazer com o Marcelo Sereno é um atentado ao Estado Democrático de Direito. Ex-assessor de Dirceu quer ser vereador no Rio PUBLICIDADE ITALO NOGUEIRA DO RIO Chefe de gabinete do ex-ministro José Dirceu à época do mensalão, Marcelo Sereno (PT) aposta numa campanha popular para chegar à Câmara Municipal no Rio. Visita quase diariamente favelas e frequenta cultos evangélicos em busca de eleitores. Sem cargo do PT, Sereno tem parte da campanha bancada pelo Diretório Nacional. Ele conta com apoio do senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Sereno foi investigado pela CPI dos Correios por suspeita de ter praticado tráfico de influência para arrecadar recursos para o mensalão. Sem provas, não foi indiciado, mas saiu da cúpula do PT. Em seu site da campanha, descreve 2005, ano em que o mensalão foi revelado, como uma "pausa para a família". "Foram anos conturbados. O partido estava sendo severamente atacado e aproveitei para dar uma pausa e me dedicar para cuidar da família." Em 2010, tentou uma vaga na Câmara dos Deputados. Não escondeu Dirceu, que gravou vídeo chamando-o de "irmão". Não foi eleito. Este ano, ainda não mostrou o ex-ministro, que está sendo julgado pelo Supremo Tribunal Federal. "O ministro decidiu não participar de campanhas", afirmou ele, que se recusou a dar entrevista pessoalmente e respondeu a perguntas por e-mail. Italo Nogueira/Folhapress Candidato Marcelo Sereno (PT) faz campanha em feira na zona norte do Rio por vaga de vereador O principal cabo eleitoral de Sereno é Lindbergh, que gravou vídeo apontando o candidato como "grande opção" para a Câmara. O senador não quis falar sobre o apoio. Sereno tem participado de cultos católicos e evangélicos em templos e até na rua. Católico, o petista nega campanha nos cultos e afirma tratar-se de "momento de reflexão e espiritualidade". "A campanha eleitoral sempre foi feita fora do ambiente das igrejas. Reconheço o papel social das religiões em geral, por isso sempre estive presente nestes locais." Sereno tem apostado também em favelas, onde conta com coordenadores de campanha em toda cidade. Uma das principais bandeiras é a defesa da gestão do ex-tucano e atual prefeito Eduardo Paes (PMDB), sub-relator da CPI que o investigou, no Congresso. O petista arrecadou R$ 272 mil, dos quais R$ 161,5 mil foram repassados pelo PT.

    segunda-feira, 17 de setembro de 2012

    COMENTÁRIO A quarta cópia, por Ricardo Noblat Dá-se a prudência como característica marcante dos mineiros. Teria a ver, segundo os estudiosos, com a paisagem das cidadezinhas de horizonte limitado, os depósitos de ouro e de pedras preciosas explorados no passado até se esgotarem, e a cultura do segredo e da desconfiança daí decorrente. Não foi a imprudência que afundou a vida de Marcos Valério. Foi Roberto Jefferson mesmo ao detonar o mensalão. Uma vez convencido de que o futuro escapara definivamente ao seu controle, Valério cuidou de evitar que ele se tornasse trágico. Pensou no risco de ser morto. Não foi morto outro arrecadador de recursos para o PT, o ex-prefeito Celso Daniel, de Santo André? Pensou na situação de desamparo em que ficariam a mulher e dois filhos caso fosse obrigado a passar uma larga temporada na cadeia. E aí teve uma ideia. Ainda no segundo semestre de 2005, quando Lula até então insistia com a lorota de que mensalão era Caixa 2, Valério contratou um experiente profissional de televisão para gravar um vídeo. Poderia, ele mesmo, ter produzido um vídeo caseiro. De princípio, o que importava era o conteúdo. Mas não quis nada amador. Os publicitários de primeira linha detestam improvisar. Valério pagou caro pelo vídeo do qual fez quatro cópias, e apenas quatro. Guardou três em cofres de bancos. A quarta mandou para uma das estrelas do esquema do mensalão, réu do processo agora julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Renilda, a mulher dele, sabe o que fazer com as três cópias. Se Valério for encontrado morto em circunstâncias suspeitas ou se ele desaparecer sem dar notícias durante 24 horas, Renilda sacará dos bancos as três cópias do vídeo e as remeterá aos jornais O Estado de São Paulo, Folha de S. Paulo e O Globo. (Sorry, VEJA!) O que Valério conta no vídeo seria capaz de derrubar o governo Lula se ele ainda existisse, atesta um amigo íntimo do dono da quarta cópia. Na ausência de governo a ser deposto, o vídeo destruiria reputações aclamadas e jogaria uma tonelada de lama na imagem da Era Lula. Lama que petrifica rapidinho. A fina astúcia de Valério está no fato de ele ter encaminhado uma cópia do vídeo para quem mais se interessaria por seu conteúdo. Assim ficou provado que não blefava. Daí para frente, sempre que precisou de ajuda ou consolo, foi socorrido por um emissário do PT. Na edição mais recente da VEJA, Valério identifica o emissário: Paulo Okamotto. Uma espécie de tesoureiro informal da família Lula da Silva, Okamotto é ligado ao ex-presidente há mais de 30 anos. No fim de 2005, um senador do PT foi recebido por Lula em seu gabinete no Palácio do Planalto. Estivera com Valério antes. E Valério, endividado, queria dinheiro. Ameaçava espalhar o que sabia. Lula observou em silêncio a paisagem recortada por uma das paredes envidraçadas do seu gabinete. Depois perguntou: "Você falou sobre isso com Okamotto?" O senador respondeu que não. E Lula mais não disse e nem lhe foi perguntado. Acionado, Okamotto cumpriu com o seu dever. Pulou-se outra fogueira. Foram muitas as fogueiras. Uma delas foi particularmente dramática. Preso duas vezes, Valério sofreu certo tipo de violência física que o fez confidenciar a amigos que nunca, nunca mais voltará à prisão. Prefere a morte. Valério acreditou que o prestígio de Lula seria suficiente para postergar ao máximo o julgamento do processo do mensalão, garantindo com isso a prescrição de alguns crimes denunciados pela Procuradoria Geral da República. Uma eventual condenação dele seria mais do que plausível. Mas cadeia? E por muito tempo? Impensável! Pois bem: o impensável está se materializando. E Valério está no limiar do desespero.

    sexta-feira, 14 de setembro de 2012

    Mãe de seis abandona carro e compra bicicleta gigante para levar filhos + | -EnviarO F5 errou ?  13/09/2012 - 11h10DE SÃO PAULOUma americana mãe de seis crianças desistiu de ter um carro e resolveu ter uma bicicleta gigante para levar os filhos à escola.Emily Finch, 34, mora na cidade de Portland, EUA e hoje pela mais de 35 quilômetros por dia com seus três filhos na frente, uma na garupa e outra numa bicicleta anexa. Já seu filho mais velho, Nathan, segue em uma "magrela" separada.Seu veículo segue o modelo de tradicionais bicicletas "de carga" holandesas, que custam por volta de R$ 4,5, mil. Porém, a mamãe disse que "é uma barganha a longo prazo. É incrível", contou Emily ao site "Daily Mail".Emily resolveu mudar de vida em 2009, após descobrir o modelo no Google."Estava em uma fase em que algo na minha vida tinha de mudar. Quando vi aquela bicicleta, eu soube. Eu disse 'É isso. Isso vai mudar minha vida", disse ela.The Grosby GroupEmily e os filhos na sua bicicletaQuando a bicicleta chegou, Emily contou que as pessoas da cidade estranharam."Eu já era a louca da cidade. Tive três partos em casa e agora isso. As pessoas pensavam que eu estava dirigindo sob influência de alguma susbstância. Elas perguntavam 'isso é um barco sobre rodas? Você vai carregar seus filhos nisso?'"Antes deprimida, Emily disse que seu humor mudou com o novo veículo. Porém, sofreu para conseguir pedalar no começo."Pensei que não fosse conseguir. Era seriamente exaustivo. Mas eu continuei pedalando e me acostumei".Desde então, Emily não andou mais de carro e disse não sentir falta, a não ser quando os filhos começam a gritar."O carro tinha paredes grossas e janelas, então você podia aumentar o rádio e ninguém iria ouvir aquela gritaria. Mas na bicicleta, todo mundo pode ouvir".

    quinta-feira, 13 de setembro de 2012

    “Lula é um símbolo que há muito tempo ultrapassou as fronteiras brasileiras”, diz editor da revista África 21 no Brasil Arquivo Pessoal João Belisário, publicitário e jornalista Arquivo PessoalArquivo Pessoal A “África 21” é uma revista mensal angolana que tem fortes laços com o Brasil. Parte de sua tiragem é impressa e distribuída no Brasil, e os dois idealizadores do projeto, o jornalista, escritor e deputado angolano João Melo e o jornalista português Carlos Pinto Santos já moraram por aqui. A África 21 é a única revista em língua portuguesa criada e dirigida por africanos, sobre a realidade africana atual. O Instituto Lula conversou com João Belisario, representante e redator da revista no Brasil. Jornalista e publicitário, João comemora a expansão das relações entre Brasil e África e destacou “Lula é um símbolo que há muito tempo ultrapassou as fronteiras brasileiras” e é reconhecido como um grande amigo dos povos africanos especialmente “por sua postura frente aos problemas internacionais, mantendo-se ao lado dos países que querem desenvolver e ver a sua população livres da fome e da miséria”. Leia abaixo a entrevista completa: Como nasceu a África 21? A África 21 nasceu de uma ideia inicial do jornalista, escritor e deputado angolano João Melo – que já morou no Brasil como correspondente de imprensa, nos anos 80, e tem livros publicados aqui pela Record – e do jornalista português Carlos Pinto Santos, que também já morou em nosso país, quando trabalhava na revista Cadernos do Terceiro Mundo. A África 21 é a única revista em língua portuguesa sobre temas da atualidade africana e também da realidade lusófona fundada e editada por africanos, com a colaboração de jornalistas de outras nacionalidades, espalhados por vários continentes. Quais são as diferenças entre fazer revista para o público brasileiro e o africano? Embora eu seja brasileiro nunca fiz revista para brasileiros. Acho que há grandes diferenças e tambem semelhanças entre os dois públicos. Tantas quantas existem também entre as realidades políticas, sociais, culturais e educacionais. Talvez, devido á quantidade de línguas e culturas existentes na África seja mais difícil encontrar jornalistas e especialistas que conheçam e escrevam com propriedade em português sobre todo o continente africano. Muitos desses jornalistas vivem e trabalham em outros países, tanto na Europa como nas Américas. Por que é importante que os brasileiros tenham mais informação sobre a África? O passado, o presente e o provavelmente o futuro do Brasil estão intimamente unidos ao do continente africano e essa ligação tornou-se mais importante após o fim do ciclo colonial bem como o fim do regime de apartheid na África do Sul. Os contatos antes restritos à área comercial evoluiram para a área cultural, para literatura, para o teatro, para a produção agricola e industrial, para a produção de TV e música. Em todas as áreas começa a haver maior intercâmbio. Os países africanos estão crescendo cada vez mais e são grandes aliados do Brasil no campo internacional. Na realidade conhecer a África, é preencher um vazio histórico no pais que tem a maior população de afrodescendentes fora da própria África. Não podemos nos esquecer de que a informação histórica e atual sobre a realidade africana que circula na sociedade brasileira é quase nula, com todas as consequências disso resultantes, internas (preconceitos, exclusão, construção de uma identidade limitada) e externas (barreiras a uma maior aproximação com os países africanos). Que imagem os africanos têm hoje do ex-presidente Lula? O ex-presidente Lula é uma pessoa muito popular e querida na África, não apenas pelos seus dirigentes mas sobretudo pelas populações que dele tem notícia. Creio que isso se deve não apenas às informações positivas sobre o seu governo ou pela politica institucional de aproximação do Brasil com o continente africano, mas por sua postura frente aos problemas internacionais, mantendo-se ao lado dos países que querem desenvolver e ver a sua população livres da fome e da miséria. Lula é um símbolo que há muito tempo ultrapassou as fronteiras brasileiras. Penso também que o que os africanos admiram nele são as suas origens humildes, caraterísticas pessoais de liderança, sua capacidade de resolver os problemas com negociação, seu discurso franco e direto. Nesse sentido vêem-no como um grande amigo dos povos africanos. Como vocês vêem as relações da África com o Brasil hoje? Em expansão, a todos os níveis, econômico, social, político e cultural. Acho que existe uma predisposição muito grande tanto dos países africanos como do governo brasileiro para aprofundar essa relação. Quais são hoje os principais temas em ebulição no continente africano? Temos conflitos em vários países, de norte a sul do continente, tanto devido às constantes ingerências externas de países que ainda veem o continente como um local para saque, como das contradições internas mais recentes do pós-independencia. Na maioria dos paísses africanos já não existem mais grupos étnicos que vivem de tanga e sob o comando de um chefe tradicional. As coisas estão mudando. As novas estruturas sociais institucionais, eu diria, se sobrepõem às estruturas tradicionais, mas o tradicional ainda cumpre e cumprirá um papel importante em todos os países. Temos que ver quais os demais fatores que emperram hoje o desenvolvimento e os grandes esforços que estão a ser feitos para superar problemas e atrasos – sejam eles na área politica, social, cultural ou econômica – que os sistemas coloniais deixaram como herança. Não podemos nos esquecer que o continente foi colonizado por diferentes países europeus, com diferentes e conflitantes interesses e só muito recentemente, a partir da década de 60 do século passado, viu nascer os seus primeiros países independentes. Em que países a revista África 21 circula? A África 21 é vendida nas bancas e por assinaturas em Angola e Portugal, chegando ao resto do mundo apenas por assinaturas. Em breve, pretende também ser comercializadas nas bancas em Moçambique, Cabo Verde e Brasil, pelo menos. No Brasil, pretendemos atingir sobretudo o público interessado em assuntos africanos, que por enquanto talvez seja ainda demasiado institucional (políticos, empresários, professores, estudantes, investigadores, etc.), mas acreditamos que em breve esse público se torne mais amplo. Por isso, vamos focar a nossa distribuição, nesta fase, por mailing (vamos apostar forte, por exemplo, nas bibliotecas), mas queremos também colocar a África 21 nas principais redes de livrarias e algumas – poucas – bancas. Que importância tem o Brasil nesse cenário? O Brasil é o segundo país “africano” do mundo, depois da Nigéria. É o maior país de língua portuguesa. É um país ligado a Angola por fortes laços históricos, sanguíneos, culturais (o país africano que mais contribuiu para a formação da nacionalidade brasileira foi Angola) e está a tornar-se, presentemente, um dos seus principais parceiros africanos e internacionais. Uma revista como a África 21 tem de estar, obviamente, no mercado brasileiro. Os africanos e angolanos, em especial, são grande conhecedores e apreciadores dos produtos informativos e culturais do Brasil – como a TV Globo -, mas precisam (e querem) ser também melhor conhecidos pelos brasileiros. A globalização justa tem de ter vários sentidos. Há quem acredite que a economia angolana vá superar a sul-africana já em 2016, como você vê isso? Essa notícia realmente circulou, mas não foi bem explicada. Não parece crível que, apesar do crescimento que Angola teve nos últimos anos, supere o PIB sul-africano daqui a quatro anos. Uma coisa é certa: Angola é dos países africanos que mais cresce e está investindo em infraestruturas aceleradamente, o que, a médio prazo, terá um retorno inevitável. Mas precisa, por exemplo, ultrapassar a sua atual dependência do petróleo. Se Angola conseguir transferir os recursos obtidos com o petróleo para a indústria e a agricultura, de uma forma equitativa em todo o país, dará um salto muito grande. Já a economia sul-africana é muito mais pujante, com indústria diversificada e agricultura forte, mineração consolidada, alto nível de consumo. Nada disso se alcança em poucos anos, mesmo com investimentos maciços.

    Cerca de 200 pessoas fazem marcha na Esplanada por mais atenção ao cerrado


    Publicação: 13/09/2012 19:30 Atualização: 13/09/2012 19:39
    Cerca de 200 pessoas, entre indígenas e apoiadores, realizaram uma passeata da Catedral de Brasília até o Congresso Nacional, na tarde desta quinta-feira (13/9). O ato chamado de Grito do Cerrado é parte do VII Encontro e Feira dos Povos do Cerrado, que começou nessa quarta e segue até o próximo domingo. A movimentação começou às 15h20 e isolou duas faixas do Eixo Monumental por volta de 30 minutos.

    O movimento cultural, que tem como objetivo mobilizar a sociedade para a implementação de ações voltadas para a conservação e o uso sustentável do cerrado, começou em 2001 e não acontece todos os anos.

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    De acordo com a assessoria do encontro, cerca de 20 mil pessoas devem visitar o Memorial dos Povos Indígenas, na Praça dos Buritis, onde o evento ocorre. Nesta edição, o Encontro dos Povos do Cerrado, que é fruto de uma parceria entre a Rede Cerrado e a Fundação Banco do Brasil, será integrado com o Festival PuroRitmo, com atrações culturais e uma praça de alimentação sustentável.

    http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/09/13/interna_cidadesdf,322378/cerca-de-200-pessoas-fazem-marcha-na-esplanada-por-mais-atencao-ao-cerrado.shtmlhttp://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/09/13/interna_cidadesdf,322378/cerca-de-200-pessoas-fazem-marcha-na-esplanada-por-mais-atencao-ao-cerrado.shtml
    Mortalidade infantil sofre queda de 73% no Brasil nas últimas duas décadasAgência BrasilPublicação: 13/09/2012 12:59 Atualização:No Brasil, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos caiu 73%, nas últimas duas décadas, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Os dados do Brasil colocam o país em quarto no ranking de avanços, atrás apenas da Turquia, do Peru e de El Salvador na relação das nações que mais obtiveram conquistas na prevenção de doenças infantis.Em 1990, foram registradas 58 mortes em cada grupo de mil crianças. Já em 2011, foram registradas 16 mortes para cada mil crianças. No entanto, no Brasil as famílias ainda perdem muitos bebês devido às chamadas causas neonatais – problemas ocorridos no pós-parto.Saiba mais... Número de mortalidade infantil cai mais de 40% em 20 anos, diz Unicef Mortalidade infantil cai em São Paulo e chega ao menor nível da históriaOs dados estão no Relatório de Progresso 2012, intitulado O Compromisso com a Sobrevivência da Criança: Uma Promessa Renovada. A publicação também menciona o elevado número de mortes de crianças devido à diarreia e à pneumonia, assim como a doenças sem definições específicas.Leia mais ncotícias em BrasilA assessoria do Unicef informou que os números oficiais de cada país nem sempre são iguais aos usados pelo organismo, pois há uma adequação técnica para fazer a comparação entre as nações. O relatório pode ser lido na íntegra no site do Unicef. Nos úl timos 20 anos, houve queda da mortalidade infantil na maior parte dos países examinados pelo Unicef, segundo a publicação. Os dados mostram que as mortes de crianças com menos de 5 anos caíram de 12 milhões, em 1990, para 6,9 milhões, em 2011.Tags: celular