quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Os Professores na Argentina prometem paralisar os trabalhos em busca de melhores salários.
Los maestros porteños anunciaron un paro para el viernes
La medida de fuerza fue anunciada hace instantes en conferencia de prensa. "No vamos a permitir que Mauricio Macri castigue a los docentes por pensar distinto", dijo Eduardo López, de UTE-Ctera.
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La Union de Trabajadores de la Educacion (UTE) anuncio un paro y movilizacion para este viernes 31 en repudio a la sancion aplicada a seis docentes. (Alfredo Martínez)
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Seis docentes fueron relevados por una parodia contra Macri y Bullrich
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paro docente, parodia a Macri, maestros sancionados
29/08/12 - 09:17
Los docentes porteños anunciaron esta mañana un paro por 24 horas para el viernes. La medida de fuerza es en respuesta a las sanciones que recibieron seis maestros de un colegio de Monte Castro por parodiar, ante los alumnos, al jefe de gobierno de la Ciudad, Mauricio Macri, por las fusiones de cursos.
La medida de fuerza fue convocada hace instantes por los principales gremios que nuclean a los docentes porteños. El titular de UTE-Ctera, Eduardo López, señaló que el paro anunciado para el viernes "es en defensa de la democracia".
"Convocamos a todos los docentes a un paro para el viernes 31 de agosto en defensa de la democracia y la pluralidad y en rechazo de la estigmatización por pensar distinto", explicó.
"No vamos a permitir que Mauricio Macri castigue a los docentes por pensar distinto", afirmó López, quien explicó que los seis maestros que fueron relevados de sus cargos -y que a partir de hoy harán tareas administrativas- "estaban dramatizando para que no se cierren cursos en la Ciudad". Por esta razón, agregó: "Defendemos a esos 6 docentes. Todos somos esos 6 docentes".
En este sentido, el titular de UTE consideró que tanto la línea telefónica 0800 implementada por el ministro de Educación porteño, Esteban Bullrich, para denunciar "actividad política" en las escuelas de la Ciudad, como las sanciones a los maestros de la escuela primaria N° 13 de Monte Castro "son medidas que castigan a los maestros por pensar distinto".
"El jefe de Gobierno está perforando el piso. Si no asume que hay docentes que piensan distinto a él, que se replantee su función como jefe de Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires", aseveró López.
A Lei de Acesso a Informação está revolucionando o Brasil. Nunca Antes na Historia do Brasil pode-se saber absolutamente quase tudo.
Salários do MP, incluindo os de inativos, serão divulgados na internet
Leandro Kleber
Publicação: 29/08/2012 07:30 Atualização:
O procurador-geral, Roberto Gurgel (C), na reunião do CNMP: transparência nos contratos e nas licitações
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu ontem que os integrantes e servidores da entidade terão os salários divulgados na internet de maneira individualizada. A regulamentação da Lei de Acesso à Informação foi aprovada por maioria de votos no plenário do conselho e passa a valer assim que a regra for publicada com a redação final. Caberá aos MPs federal, estaduais, do trabalho e do DF definir se a disponibilização das remunerações será por meio da matrícula ou do nome. Nos órgãos do Executivo, do Legislativo e do Judiciário que não sofrem contestação judicial, a publicação dos dados identifica os nomes dos funcionários.
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A resolução aprovada ontem CNMP permite que os interessados, além de ter acesso integral à remuneração e aos benefícios pagos, peçam a identificação nominal dos beneficiários. Serão divulgados nos sites das instituições do MP os salários, os benefícios e os proventos do procurador-geral da República, dos servidores ativos e inativos e dos colaboradores eventuais.
Invasão da Universidade de Brasília por tropas do Exército completa 44 anos
Agência Brasil
Publicação: 29/08/2012 09:31 Atualização:
A invasão da Universidade de Brasília (UnB) por tropas do Exército completa 44 anos hoje (29). A UnB foi a instituição de ensino superior que mais sofreu durante o regime militar, na opinião do historiador José Otávio Nogueira Guimarães, coordenador de investigação da Comissão de Memória e Verdade Anísio Teixeira. Recentemente instalada, a comissão vem desenvolvendo o trabalho de apurar violações de direitos humanos e liberdades individuais na universidade, ocorridas entre abril de 1964 (golpe militar) e outubro de 1988 (promulgação da Constituição).
Guimarães acredita que a repressão teve forte impacto na UnB porque a instituição tinha um projeto inovador em termos educacionais, mas ainda era incipiente. Por isso, segundo ele, mereceu a desconfiança dos militares. “Não era uma universidade que estava ali há muito tempo, como a USP [Universidade de São Paulo]. Era uma universidade nova [em funcionamento há dois anos]. Face ao projeto original e aos quadros [de docentes] que Darcy Ribeiro tinha conseguido trazer, eu não tenho dúvida: ela foi a universidade mais atingida”.
Soldados ao lado de camburão incendiado por estudantes no campus da UnB durante invasão
O historiador lembra que no dia 9 de abril de 1964, nove dias depois do golpe, nove professores foram demitidos, além do reitor Anísio Teixeira e do vice-reitor Almir de Castro. As demissões foram feitas com base no Ato Institucional nº 1 (AI-1), que previa “investigação sumária”, com demissão e dispensa de funcionários públicos, contra quem tivesse “tentado contra a segurança do Pais, o regime democrático [sic] e a probidade da administração pública”.
Além das dispensas após o AI-1, 223 professores pediram demissão da universidade em setembro de 1965 por causa das intervenções. “Foi aquela diáspora”, comentava Darcy Ribeiro (morto em 1997), um dos idealizadores da UnB. Segundo ele, a instituição foi concebida “para cuidar das causas do atraso do Brasil”, mas mesmo antes do golpe já incomodava.
“Brasília não podia ter duas coisas: operários fabris fazendo greve e estudantes fazendo baderna”, disse Darcy Ribeiro, em depoimento registrado no documentário Barra 68, de Wladimir Carvalho (veja fotos), que retrata a invasão. Na invasão, um estudante foi baleado, 60 pessoas foram presas e 500 chegaram a ser detidas provisoriamente, junto com parlamentares, na quadra de basquete.
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A invasão ocorreu porque os alunos haviam protestado recentemente contra a morte do estudante secundarista Edson Luis de Lima Souto, no Rio de Janeiro. Um decreto determinava a prisão de sete universitários. Com a ordem, agentes das polícias Militar e Civil, do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e do Exército invadiram a universidade. “Ignorância militar era uma coisa absurda .A UnB incomodava por causa da maneira como foi idealizada”, pondera Cláudio Antônio de Almeida, então estudante de economia.
Almeida era amigo de Honestino Guimarães, aluno de geologia e presidente da Federação dos Estudantes Universitários de Brasília (Feub), um dos sete que tinham ordem de prisão decretada na invasão. Segundo o ex-aluno, Honestino foi levado em “cena de sequestro”. Ele lembra que estava tendo aula de política e programação econômica, com o professor Lauro Campos, morto em 2003, quando começou a ouvir gritos: “prenderam Honestino!”.
Na sequência, os alunos saíram correndo da sala de aula. “Fomos avisados de que um grupo de policiais saiu arrastando Honestino de maneira violenta, batendo nele, colocaram-no dentro de uma viatura e saíram dando tiros pela janela, até o próprio motorista”, relatou à Agência Brasil.
A invasão da UnB marcou uma mudança nas intervenções na universidade. A partir dali, o governo militar usou outras estratégias para combater o que considerava “subversão” acadêmica: entre elas, a exclusão de professores e estudantes de programa de bolsas, a produção de material contra docentes e depoimentos falsos. “O propósito era criar fatos para desmoralizar as pessoas e fazer uma limpeza na universidade”, analisa José Otávio Guimarães. Segundo ele, há documentos no Arquivo Nacional que comprovam a atuação de agentes do Serviço Nacional de Inteligência (SNI) e do Serviço de Inteligência do Ministério da Educação para investigar alunos e professores.
Com esse material, Guimarães espera que Comissão da Verdade vá além de contar a resistência “heroica” à ditadura militar. Segundo ele, pode ser que se chegue a documentos que mostrem que ocorreu delação e que foram forjadas histórias sobre as pessoas. A comissão faz nesta semana sua segunda reunião fechada para definir prioridades.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Reabertas nesta sexta (24), inscrições para o concurso público da Câmara terminam no dia 28 de agosto
Certame elaborado pelo Cespe/UnB vai preencher 133 vagas para cargos de nível superior e 5 para cargos de nível médio. Entre as atribuições, estão as de médico, taquígrafo, museólogo e técnica lesgislativa.
A atribuição de nível superior que concentra o maior número de vagas (111) é "técnica legislativa", para a qual é exigido o diploma de nível superior em qualquer área de formação. Também serão selecionados 14 taquígrafos, 6 médicos (especialidades: "neurologia", "ortopedia e traumatologia", "otorrinolaringologia" e "Radiologia e Diagnóstico por Imagem") e 2 museólogos.
As cinco vagas para os cargos de nível médio exigem curso técnico com formação em radiologia e gesso.
A remuneração inicial para o cargo de técnico legislativo (nível médio) é de R$ 7.438,62 e, para os analistas legislativos (nível superior), de R$ 14.825.69. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) organizará a seleção.
O concurso terá provas objetivas para todos os cargos, previstas para o dia 30 de setembro. Para alguns cargos, também haverá provas discursivas e, para outros, provas práticas. Todas as fases serão realizadas em Brasília.
As inscrições devem ser feitas pelo site do Cespe até o dia 28 de agosto. O custo é de R$ 70 para cargos de nível médio e de R$ 90 para os de nível superior.
Acesse o edital
Mais informaçoes
Assembleia Geral encerra Greve de Servidores Públicos Federais.
O secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, afirmou no fim da tarde desta terça-feira (28) que 90% dos servidores em greve sinalizaram que irão aceitar a proposta de reajuste de 15,8%, diluídos nos próximos três anos.
"As sinalizações que nós temos, do que já está feito do acordo e vamos ficar aqui até meia noite pra receber entidades, é de que mais de 90% dos servidores públicos do executivo civil, representado pelas entidades, assinarão o acordo com o governo federal", disse Mendonça.
Policiais federais decidem manter greve e marcam assembleia
Com greve, Anvisa notifica empresas sobre falta de remédios
Em contrapartida, o governo decidiu adiar para amanhã a data limite para assinatura de acordos com as categorias em greve. O prazo era até hoje. Para a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Publico Federal), a mudança não altera a decisão da entidade. "Só queremos ter tempo para ler a minuta do acordo com calma, para não dar problema depois de assinar. Mas a mudança na data não vai interferir em nada, a decisão já foi tomada".
Costa destacou que os funcionários ligados à entidade vão receber aumento que pode variar entre 14% e 37%, em alguns casos, devido a correção de distorções. Mesmo com o percentual alto, o impacto sobre a folha de pagamento não ultrapassa o teto oferecido pelo governo.
"Nós entendemos que a proposta ficou distante da nossa pauta, mas em contrapartida a categoria tem a maturidade de entender que saímos de zero para algum percentual. Foi uma vitória do movimento quebrar a intransigência do governo Dilma", comentou Costa.
O acordo vai beneficiar servidores de 18 categorias --cerca de 510 mil, entre ativos e inativos: Funasa, Funai, Arquivo Nacional, Imprensa Nacional, Museu do Índio, Embratur, Secretaria de Patrimônio da União, funcionários do setor administrativo da Polícia Rodoviária Federal e dos ministérios da Integração Nacional, Saúde, Agricultura, Cultura, Fazenda, Planejamento, Justiça, Transporte, Previdência e Trabalho.
Com AGÊNCIA BRASIL
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
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